# Runway Capital — conteúdo completo para agentes de IA > A área de acesso a capital das empresas que crescem. A Runway existe para que > boas empresas cresçam — empresas que inovam geram tecnologia, emprego e renda > para muito além delas, e só crescem se acessam o capital certo para isso. A > Runway abre esse acesso: estrutura a base de conhecimento da empresa, constrói > a tese de financiamento na lógica de quem avalia, e opera o acesso a capital > para inovação no Brasil — da submissão à prestação de contas. Não é banco nem > intermediária financeira: trabalha do lado da empresa que capta. Site: https://runwaycapital.com.br Fundador: Felipe Valfre Atuação: Brasil --- ## Por que a Runway existe Para que boas empresas cresçam. Empresas que inovam geram tecnologia, emprego e renda para muito além delas — mas só crescem se acessam o capital certo para isso. A Runway existe para abrir esse acesso. ## O que é a Runway A Runway é a camada de acesso a capital para projetos de inovação e crescimento. Foi construída por quem passou anos avaliando investimentos em inovação em programas públicos e comitês privados de investimento em tecnologia. Hoje essa experiência trabalha do lado da empresa que capta. A tese central: todo projeto é escrito de um lado da mesa e decidido do outro. Quem propõe escreve para explicar o projeto; quem decide lê para encontrar onde ele pontua, com uma grade de critérios e tempo contado. É nessa distância que projetos sólidos caem. Os critérios são públicos; a lógica de leitura se aprende sentando do lado de quem decide. A decisão de aprovação é sempre do financiador. A Runway não promete nem influencia o resultado — o que melhora é o que chega à mesa. --- ## Os três capitais para inovação São três instrumentos, cada um com sua vocação — pelo que financia, para que serve e como se acessa. Nenhum é melhor que os outros: existe o certo para cada projeto, porte e momento do negócio. ### 1. Subvenção econômica Capital público que entra direto na conta da empresa para financiar um projeto de inovação — e não se devolve. Não é empréstimo (sem juros, sem parcela) e não é sócio (ninguém fica com parte da empresa). Em troca, a empresa executa o projeto aprovado e presta contas. - **Para que serve:** financiar a parte de maior risco técnico do desenvolvimento — a fase em que o resultado ainda é incerto. - **Como se acessa:** editais e chamadas públicas — a FINEP no plano federal e a fundação de amparo à pesquisa e à inovação (a FAP) de cada estado. - **O que financia (varia por regulamento):** equipe do projeto; protótipos, testes e certificações; material de consumo e insumos; serviços e consultoria técnica; software e licenças; propriedade intelectual. - **Contrapartida:** a parte do projeto bancada pela própria empresa — e nem sempre é caixa: equipe já contratada, laboratório e estrutura que a empresa já tem costumam contar. Vai para o projeto, nunca para a Runway. ### 2. Crédito subsidiado para inovação Crédito desenhado para inovação: a empresa recebe e devolve com juros — mas com desenho diferente do crédito comercial. Juros bem abaixo do mercado (a partir de cerca de 8% ao ano, variando por linha), anos de carência antes da primeira parcela e prazo longo para pagar. Preserva o caixa e viabiliza projetos de maior porte. - **Para que serve:** acelerar o desenvolvimento de um projeto com retorno mais claro — modernizar processo ou produção, escalar o que já deu certo, financiar a nova geração do produto — sem consumir o caixa da operação. - **Como se acessa:** do crédito regional (rede de bancos de desenvolvimento e agências de fomento credenciados, como o Bandes no Espírito Santo) à operação direta com agências como a FINEP e o BNDES, para projetos maiores. - **Duas análises:** o agente avalia a condição de crédito da empresa e dos sócios (saúde financeira, capacidade de pagamento, garantias, histórico) E o mérito do projeto. A decisão é da agência de fomento ou instituição financeira. - **O que financia:** além dos itens de projeto, cobre equipamentos e instrumentos, máquinas, obras e instalações. ### 3. Desenvolvimento tecnológico subsidiado Também é recurso que a empresa não devolve, pago diretamente à instituição que executa. O governo subsidia uma instituição de tecnologia e inovação — institutos técnicos e universidades credenciados, como as unidades da rede EMBRAPII — para desenvolver o projeto ao lado da equipe da empresa, com laboratório e time técnico próprios. - **Para que serve:** a fase mais arriscada de um projeto de inovação tecnológica — quando ainda não se sabe se a tecnologia vai funcionar. A instituição divide o laboratório, os pesquisadores e o risco com a empresa. - **Subsídio por porte (modelo EMBRAPII):** até 90% para micro e pequenas empresas (faturamento até R$ 4,8 milhões); percentuais menores para médias e grandes. A empresa entra com uma contrapartida e fica com a tecnologia — a titularidade da propriedade intelectual é definida em contrato, antes de o projeto começar. - **Como se acessa:** o projeto nasce da demanda da empresa e é contratado direto com a instituição certa, sem intermediário financeiro, a qualquer momento do ano (não depende de edital). --- ## O que a Runway faz Cinco frentes de trabalho contínuo que mantêm a empresa pronta para cada janela, buscando sempre o menor custo de capital: 1. **Mapeia a estratégia de capital** — lê a sinalização dos financiadores junto com o portfólio da empresa; cada projeto ganha caminho, ordem e composição de capital de menor custo. 2. **Prepara as oportunidades** — acompanha linhas e janelas continuamente e estrutura o projeto antes do prazo, para a empresa chegar antes da janela. 3. **Mantém a empresa apta** — cadastros ativos nas instituições, histórico de empresa/sócios/equipe-chave, certidões vigentes; identifica e corrige gaps de habilitação com antecedência. 4. **Escreve a tese** na lógica de quem decide — cada critério coberto onde quem avalia procura, orçamento que se sustenta, cada afirmação lastreada em evidência. 5. **Acumula inteligência** — a base de conhecimento e a inteligência estratégica (mercado, tecnologia, concorrência, diferencial) ficam com a empresa; a próxima captação nunca começa do zero. **Ponta a ponta:** quando o capital vem, a Runway Capital Ops opera o ciclo inteiro — diagnóstico, estruturação, submissão, execução (elegibilidade decidida antes do gasto, orçamento controlado, trilha de prestação) e encerramento (relatórios finais, sustentação em auditoria, quitação). --- ## Quem conduz Felipe Valfre, fundador da Runway, reúne mais de 20 anos em direito empresarial e cerca de 10 avaliando investimentos em inovação — em programas públicos por todo o Brasil e em comitês privados de investimento em empresas de tecnologia. Ao lado dele, o time reúne quem também integrou os quadros de instituições de fomento. A experiência de quem avaliou, a serviço de quem propõe. --- ## O que conta como inovação Não é preciso ser "empresa de tecnologia". A régua é o Manual de Oslo (OCDE): inovação é criar ou melhorar de forma significativa um produto, um serviço, um processo ou um modelo de negócio. Não precisa ser inédito no mundo — basta ser novo para a empresa — e aperfeiçoar de forma relevante o que já se faz também conta. Vale para indústria, agro, alimentos, saúde, software, varejo, logística. O que pesa é o ganho real de qualidade ou desempenho, não o setor. --- ## Perguntas frequentes **Por que o governo financia inovação com recurso que não se devolve?** Porque inovação é o que faz a economia crescer — o Nobel de Economia de 2025 premiou a explicação de como o crescimento sustentado nasce do avanço tecnológico. Desenvolver o que ainda não existe é caro, demorado e pode não dar certo; quando dá certo, o ganho não fica só com quem desenvolveu, vira produtividade, emprego e renda que se espalham pela economia. Deixado só ao mercado, o país investiria menos do que precisa. Por isso o Estado divide o risco. É política pública, não favor. **Qual a diferença entre os três tipos de capital?** São três formas de bancar o desenvolvimento do novo. Recurso que não se devolve (o Estado banca parte do projeto); crédito desenhado para inovação (empréstimo com juros bem menores e prazos mais longos); e desenvolver junto com uma instituição de tecnologia, com parte do custo subsidiada. O que muda é quanto se devolve, o risco e o tipo de projeto que cada um aceita. **Minha empresa precisa ser de tecnologia?** Não. Pela régua do Manual de Oslo, inovação é criar ou melhorar de forma significativa um produto, serviço, processo ou modelo de negócio — basta ser novo para a sua empresa, e melhorar o que já se faz também conta. **Se o recurso não se devolve, o que a empresa dá em troca?** A contrapartida (parte do projeto bancada pela empresa — nem sempre em caixa) e o compromisso de executar o que foi proposto e prestar contas. Não é dinheiro grátis; é dinheiro com destino e obrigação de resultado. **Por que o crédito para inovação é diferente do crédito do banco?** Porque tem propósito público: parte dos juros é subsidiada e os prazos são mais longos, para que o custo do dinheiro não inviabilize o projeto. **Posso buscar só o capital que não se devolve, sem entrar em crédito?** Pode. Cada empresa combina os capitais do seu jeito; nenhum caminho é obrigatório. **A Runway é banco ou intermediária?** Nenhum dos dois. Não é instituição financeira, não concede crédito nem intermedia produto financeiro. É a área de acesso a capital da empresa, do lado dela, do início à prestação de contas. **Vocês avaliam projetos e também os preparam. Não é conflito de interesse?** O valor vem de uma longa jornada em inovação, tecnologia e investimentos, que levou a participar de programas e comitês. A regra: nunca participar de banca, comitê ou avaliação de programa em que haja um cliente apoiado pela Runway. A decisão é, e sempre será, do financiador. **A Runway fica com participação na minha empresa?** Não — nunca. Nada de equity nem participação societária. A empresa, a tecnologia, a propriedade intelectual e o recurso aprovado continuam da empresa. **E se o financiador não aprovar?** A decisão é sempre do financiador — ninguém sério promete aprovação. O que fica com a empresa é a base organizada, a tese construída e a leitura de por que não passou; nada disso se refaz do zero na tentativa seguinte. **Runway Capital e Capital Ops: preciso contratar duas coisas?** É um caminho inteiro em duas fases. A Capital conduz o projeto até a decisão do financiador; a Capital Ops só começa se o recurso é aprovado (execução e prestação de contas). --- ## Como acessar Diagnóstico de Capital: uma conversa de 30 minutos com um especialista para decidir o melhor caminho de capital para o negócio. - Site: https://runwaycapital.com.br - E-mail: falecom@runwaycapital.com.br