A área de acesso a capital das empresas que crescem
Crescer exige inovar. Inovar exige capital. Capital exige estratégia.
Para planos estratégicos e projetos de inovação e modernização, existem três capitais dedicados. A Runway é a área de acesso a capital da sua empresa — pronta para acessar cada oportunidade do mercado, o ano inteiro.
Estratégia
Captação
Operação
Prestação de contas
Diagnóstico de Capital
30 minResponda 3 perguntas rápidas e a conversa já começa com o seu caso na mesa.
O projeto
Em que estágio está
Faturamento anual da empresa
Faltam 3 de 3
0/3
30 minutos com um especialista para decidir o melhor caminho para o seu negócio.
O tamanho da oportunidade
Capital para inovação no Brasil não é escasso — é pouco conhecido.
R$ 0 bi+
em recursos federais para inovação em 2026 — sem contar as FAPs estaduais
R$ 0 bi+
mobilizados pela política industrial brasileira até 2026
0+
financiadores ativos — de agências como a FINEP e o BNDES às FAPs estaduais.
E há uma razão para você nunca ter visto: o banco cobra o risco nos juros; este capital o assume, o subsidia ou o divide. É uma categoria inteira que o banco comercial não foi desenhado para oferecer.
O que existe
Três capitais. Nenhum deles está na prateleira do seu banco.
São três, cada um com a sua vocação — pelo que financia, para que serve e como se acessa.
Subvenção econômica
FINEP · fundação do seu estadoDinheiro que você não devolve.
Recurso público não reembolsável para criar ou melhorar de forma significativa um produto, serviço ou processo.
Quanto é financiado
Percentual máximo de referência — as regras variam conforme o regulamento ou edital específico de cada linha.
Onde você pode usar
- A próxima geração do produto que você já vende · indústria
- Uma formulação, receita ou material novo · alimentos, agro, química
- Um software próprio que não existe pronto · tecnologia
- Tirar do teste e levar para a produção · qualquer setor
- Um serviço que o mercado ainda não oferece · serviços
Crédito subsidiado para inovação
Bancos de desenvolvimento · FINEP · BNDESCrédito desenhado para inovação.
Crédito reembolsável com juro abaixo do mercado, anos de carência e prazo longo, para financiar desenvolvimento e modernização.
Quanto é financiado
Percentual máximo de referência — as regras variam conforme o regulamento ou edital específico de cada linha.
Onde você pode usar
- Modernizar a linha de produção · indústria
- Automatizar a operação, do estoque ao atendimento · comércio, serviços
- Levar a plataforma que já funciona à próxima escala · tecnologia
- Montar a nova planta ou o novo centro técnico · indústria
- Colocar no mercado a nova geração do produto · qualquer setor
Desenvolvimento tecnológico subsidiado
Institutos e universidades credenciadosO desenvolvimento que você não faz sozinho.
Recurso não reembolsável pago diretamente à instituição de tecnologia que desenvolve o projeto ao lado da sua equipe.
Quanto é financiado
Percentual máximo de referência — as regras variam conforme o regulamento ou edital específico de cada linha.
Onde você pode usar
- Um material ou processo que sua equipe não domina · indústria, química
- Treinar e validar um modelo com equipe técnica dedicada · tecnologia
- Testar e certificar o que exige estrutura que você não tem · saúde, alimentos
- Reduzir a perda no processo com quem já estudou o problema · agro, alimentos
- Provar que a tecnologia funciona antes de investir na produção · qualquer setor
Não sabe qual dos três é o seu?
Nenhum é melhor que os outros: existe o certo para o seu projeto, o seu porte e o momento do negócio. É exatamente essa leitura que o Diagnóstico de Capital entrega — em 30 minutos.
Custo de capital
Simulação ilustrativaO mesmo projeto. Três caminhos. Um custo de capital que varia até 20 vezes.
O mesmo projeto de R$ 5 milhões, executado em 36 meses, financiado por três caminhos — compare o que cada um custa:
Subvenção econômica
Estrutura
95% subvenção + 5% contrapartida
Custo de capital no período
R$ 0,16M
Valor total econômico suportado
R$ 0,41M
Crédito subsidiado
Estrutura
100% crédito
Custo de capital no período
R$ 1,3M
Valor total econômico suportado
R$ 6,3M
Capital próprio · linha de base
Estrutura
100% próprio
Custo de capital no período
R$ 3,2M
Valor total econômico suportado
R$ 8,2M
Capital para inovação não é sorte — é arquitetura.
Capital exige estratégia.
30 minutos — qual capital entra agora, qual entra depois e o que a combinação muda no seu projeto.
Simulação ilustrativa · projeto de R$ 5M em 36 meses. (1) Custo de oportunidade do capital próprio: Selic 14,50% a.a. + prêmio de risco. (2) Crédito analisado em 36 meses; na prática, o prazo pode chegar a 10 anos, com carência. (3) Contrapartida varia por linha, porte e regulamento. Os valores comparam estruturas de financiamento e não representam garantia de custo, aprovação ou captação.
Onde a Runway entra
A estratégia vem antes.
Runway · estratégia
Ilustrativo — o caminho de cada projeto depende do enquadramento e do regulamento vigente.
Sua empresa tem uma área para vender, uma para produzir, uma para o dinheiro que entra. Mas o capital que ela poderia acessar — os três que você acabou de conhecer — não é trabalho de ninguém. Por isso ele chega do jeito que chega: descoberto tarde, disputado na pressa — quando chega.
A Runway existe para ser essa área. Criamos a estratégia de capital da empresa — cada projeto lido pela régua de quem financia, os instrumentos combinados conforme as características de cada um, na ordem certa — e operamos essa estratégia mês a mês: cadastro em dia, projeto estruturado, tese pronta antes de a janela abrir. Quando a oportunidade aparece, o plano já existe.
Capital exige estratégia. Estratégia exige dono. A Runway é a área de acesso a capital da sua empresa — desenhada antes, operada o ano inteiro.
O que fazemos
Sua área de acesso a capital. Pronta o ano inteiro.
Cinco frentes de trabalho contínuo, que mantêm a empresa pronta para cada janela — buscando sempre o menor custo de capital.
Mapeamos
A estratégia de capital
A estratégia começa antes do projeto. Os financiadores sinalizam suas prioridades com antecedência — e nós lemos essa sinalização junto com o portfólio da empresa: o que já é financiável hoje, e o que pode nascer já desenhado para as fontes de capital que o incentivam. Cada projeto ganha caminho, ordem e a composição de capital de menor custo — e dessa estratégia nasce a tese de financiamento de cada um.
Mapa de capital
cada projeto com caminho e ordem
Composição ilustrativa · o enquadramento de cada projeto depende da linha e do regulamento vigente.
Preparamos
As oportunidades de agora — e as próximas
Trabalhamos em duas frentes: buscamos as oportunidades abertas agora e preparamos a empresa para as que vêm. Linhas e janelas acompanhadas continuamente, projeto estruturado antes do prazo — para a empresa chegar antes da janela, não atrás dela.
Pipeline financiável
as janelas variam; o preparo, não
As oportunidades abrem em momentos diferentes do ano, e em trilhos diferentes.
Calendário ilustrativo · as janelas variam por linha, por instituição e por ano.
Mantemos
A empresa apta, não só o projeto
Cadastros ativos nas instituições, o histórico de empresa, sócios e equipe-chave, e cada certidão vigente. Identificamos os gaps com antecedência — de habilitação e dos próprios projetos — e corrigimos ao longo do caminho, fortalecendo cada pedido. No dia do pedido, a empresa concorre: nenhuma janela se perde por falta de documento.
Habilitação permanente
a base pronta antes de qualquer pedido
Cadastros nas instituições
ativosEmpresa, sócios e equipe-chave
qualificadosCertidões e regularidade
vigentesDocumentos societários
em diaIlustração do preparo · o que cada linha exige varia conforme a instituição e o momento do pedido.
Escrevemos
A tese, na lógica de quem decide
A tese não descreve o projeto — responde à grade de avaliação: cada critério coberto no lugar onde quem avalia procura, orçamento que se sustenta e cada afirmação lastreada em evidência.
Tese de financiamento
na lógica de quem avalia
Critérios cobertos
0 / 5Grau de inovação para o mercado
frente ao estado da arte
Alcance potencial mercadológico
mercado dimensionado
Capacitação técnica da equipe
trajetória e titulação
Parcerias e articulações institucionais
vínculos formalizados
Consistência da proposta
do problema à entrega
Critérios ilustrativos · cada linha publica os próprios critérios.
Acumulamos
Uma empresa cada vez mais competitiva
O trabalho de cada ciclo não se perde — vira ativo da empresa. A base de conhecimento permanece viva e atualizada ao longo do trabalho, pronta para o pedido seguinte. A inteligência estratégica gerada em cada projeto — mercado, tecnologia, concorrência, diferencial — fica com você e orienta decisão de negócio muito além da captação. E é esse o ponto do capital: cada ciclo desenvolve o que a empresa antes não sabia fazer. Ela termina o ano mais competitiva do que começou.
Inteligência que fica
acervo da empresa, não do fornecedor
Base de conhecimento viva
mantida e atualizada ao longo do trabalho
Inteligência estratégica
mercado, tecnologia, concorrência e diferencial
Aprendizado de cada pedido
o que pesou, o que travou — o próximo sai mais forte
A próxima captação nunca começa do zero.
Ilustração do acervo · o conteúdo varia conforme os projetos e a trajetória da empresa.
30 minutos — o que já está pronto e o que falta.
Ponta a ponta
Uma só infraestrutura. Do diagnóstico ao encerramento.
Acessar capital é parte do resultado — executá-lo bem é o que preserva o benefício. Por isso não paramos no protocolo: quando o capital vem, operamos o ciclo inteiro, com cada fase tendo dono.
Diagnóstico
O mapa completo do seu pipeline financiável: cada projeto da empresa lido pela régua de quem financia — o que é inovação, por qual caminho anda, em que ordem. É o Diagnóstico de Capital levado a fundo, projeto por projeto.
Estruturação
A tese de financiamento de cada projeto, construída sobre uma base viva da empresa — formada no início do trabalho, mantida atualizada e reaproveitada em toda submissão.
Submissão
Protocolo, diligências e negociação com o financiador — e, quando a decisão vem, a contratação e a liberação do recurso.
Execução
Elegibilidade decidida antes do gasto, orçamento controlado, trilha de prestação nascendo do próprio fluxo — não reconstruída no encerramento.
Encerramento
Relatórios finais, sustentação em auditoria e acompanhamento até a quitação formal do projeto.
Uma infraestrutura só funciona se alguém a conduz. Comece pelo diagnóstico.
30 minutos com um especialista para decidir o melhor caminho para o seu negócio.
Quem conduz
A experiência de quem avaliou, a serviço de quem propõe.
Todo caminho até o capital termina numa sala onde alguém lê, pontua e decide. Felipe Valfre, fundador da Runway, passou cerca de dez anos nessa cadeira — avaliando investimentos em inovação em programas públicos por todo o Brasil e em comitês privados de investimento em tecnologia, sobre mais de vinte anos de direito empresarial. E a cadeira não foi só dele: o time reúne quem também integrou os quadros de instituições de fomento e conhece o rito de avaliação pela prática. Hoje, toda essa experiência trabalha para um lado só — o da sua empresa.
Conheça a trajetóriaComo uma tese é lida
Dezenas de propostas, uma grade de pontuação, tempo contado: quem avalia não procura as suas qualidades — procura onde pontuá-las. Construímos cada tese colocando o mérito exatamente onde o critério manda olhar.
Onde os bons projetos morrem
Bons projetos raramente caem por mérito: caem por orçamento que não sustenta o plano, equipe real que o papel não demonstra, enquadramento que erra o instrumento. Erros invisíveis para quem escreve — e evidentes para quem pontua.
A decisão é do financiador — sempre.
A nossa experiência vem da prática de avaliar: é daí que sabemos o que quem pontua procura e onde os bons projetos costumam cair. Isso não dá à Runway nenhuma influência sobre o resultado — e não é disso que se trata. O que a experiência dá é outra coisa: saber construir a tese do jeito que o financiador precisa ler, com cada critério de avaliação respondido onde ele espera encontrar. Nada além do que ele mesmo publica. O que melhora é o que chega à mesa; quem decide continua sendo quem avalia.
Perguntas frequentes
Como esse capital funciona. E como a Runway trabalha.
Boa parte das dúvidas não é sobre a Runway — é sobre como esse capital funciona, por que ele existe e o que ele pede em troca. Começa por aí.
01
Como funcionam os recursos
Por que esse capital existe, de onde vem, e como cada tipo funciona.
Porque inovação é o que faz a economia crescer — e isso não é opinião: o Nobel de Economia de 2025 premiou justamente a explicação de como o crescimento sustentado nasce do avanço tecnológico. O ponto é que desenvolver o que ainda não existe é caro, demorado e pode não dar certo. E quando dá certo, o ganho não fica só com quem desenvolveu: vira produtividade, tecnologia, emprego e renda que se espalham pela economia inteira. Deixado só ao mercado, o país investiria em inovação menos do que precisa — nenhuma empresa sozinha captura todo esse retorno. Por isso o Estado divide o risco: banca parte do desenvolvimento com recurso que não se devolve. Quanto mais forte a inovação, mais competitivo fica o país. É política pública, não favor.
São três formas de bancar o desenvolvimento do novo, com lógicas diferentes. Um é o recurso que não se devolve: o Estado banca parte do projeto para incentivar a inovação. Outro é o crédito desenhado para inovação: um empréstimo, mas com juros bem menores que os de mercado e prazos mais longos. O terceiro é desenvolver junto com uma instituição de tecnologia, com parte do custo subsidiada. O que muda entre eles é quanto você devolve, o risco e o tipo de projeto que cada um aceita.
Não. Existe uma régua internacional para isso — o Manual de Oslo, da OCDE, a referência usada no mundo inteiro para medir inovação — e ela é mais simples do que parece: inovação é criar ou melhorar de forma significativa um produto, um serviço, um processo ou um modelo de negócio. Duas coisas costumam surpreender: não precisa ser inédito no mundo, basta ser novo para a sua empresa; e aperfeiçoar de forma relevante o que você já faz também conta. Modernizar uma linha de produção, reformular um produto, automatizar um processo, desenvolver um software próprio — em indústria, agro, alimentos, saúde, software, varejo ou logística. O que pesa é o ganho real de qualidade ou desempenho, não o setor.
Duas coisas: a contrapartida e o compromisso de entregar. A contrapartida é a parte do projeto bancada pela própria empresa — e nem sempre é caixa: equipe já contratada, laboratório e estrutura que você já tem costumam contar; ela vai para o projeto, nunca para a Runway. O compromisso é executar o que foi proposto e prestar contas. Não é dinheiro grátis — é dinheiro com destino e obrigação de resultado.
Porque tem propósito público. Quando o objetivo é desenvolver tecnologia, parte dos juros é subsidiada e os prazos são mais longos, para que o custo do dinheiro não inviabilize o projeto. Na prática, é um crédito desenhado para um risco que o banco comum cobraria caro — ou nem financiaria.
Pode. Nem toda empresa quer dívida no balanço, e essa é uma decisão legítima — se for a sua, o crédito simplesmente fica fora do plano. Cada empresa combina os capitais do seu jeito; nenhum caminho é obrigatório.
02
Como a Runway trabalha
O que somos, o que não somos, e o que fica com a sua empresa.
Nenhum dos dois. Não somos instituição financeira, não concedemos crédito nem intermediamos produto financeiro. Somos a área de acesso a capital da sua empresa — do seu lado da mesa, do início à prestação de contas.
O nosso valor vem de uma longa jornada em inovação, tecnologia e investimentos — e foi essa trajetória que nos levou a participar de programas e comitês, públicos e privados. É daí que sabemos o que quem pontua procura. Hoje trabalhamos do lado da empresa, e a regra é simples: nunca participamos de banca, comitê ou avaliação de qualquer programa em que tenhamos um cliente apoiado por nós. A decisão é, e sempre será, do financiador.
Ser a área de acesso a capital de uma empresa tem um custo — como toda função que gera resultado tem. O que vale dizer desde já: compramos boa parte do risco junto com você. O nosso resultado está amarrado ao seu.
Não — nunca. Nada de equity, nada de participação societária. A empresa é sua; a tecnologia, a propriedade intelectual e o recurso aprovado também. Nada disso muda por trabalhar com a gente.
A decisão é sempre do financiador — ninguém sério promete aprovação. E é justamente por isso que o valor não está numa janela só: o que fica com a empresa é a base organizada, a tese construída e a leitura de por que não passou. Nada disso se refaz do zero na tentativa seguinte.
É um caminho inteiro, em duas fases. A Capital conduz o projeto até a decisão do financiador; a Capital Ops só começa se o recurso é aprovado — execução e prestação de contas. A segunda fase só existe se a primeira der lugar a ela.
O capital existe. Quem está pronto, acessa.
Conte o momento da sua empresa e os projetos que precisam andar. Em 30 minutos, um especialista decide com você o melhor caminho para o seu negócio — e o que falta para acessar o capital certo.